<%@LANGUAGE="VBSCRIPT" CODEPAGE="65001"%> CCME : História

História

Em 1983, surgiu entre os jovens pioneiros do Grupo de Escoteiros São Pedro, 19º RJ, a discussão de “como o Movimento Escoteiro poderá sobreviver, fazendo tão pouco de sua história, sem passar um pouco de sua memória aos que se sucederem”. Como resultado da discussão, surgiu o “Projeto Acervo Cultural do Movimento Escoteiro” que culminou com a fundação , em 8 de novembro de 1985, do Centro Cultural do Movimento Escoteiro – CCME, uma Associação Civil, de âmbito nacional, sem fins lucrativos, reconhecida como de utilidade pública e que tem por finalidade fomentar a cultura escoteira. De conformidade com seu Estatuto, para atender às suas finalidades, o referido Centro deverá, dentre outras ações:

1 – Constituir-se em um veículo de comunicação com a comunidade para infor-má-la sobre os princípios de moral, civismo e os educacionais formulados por Baden-Powell, promovendo palestras, cursos, exposições e outras atividades de interesse do Movimento Escoteiro;

2 – Motivar as entidades públicas e privadas, bem como outras instituições culturais, para o esforço do desenvolvimento do Movimento Escoteiro;

3 - Promover, motivar e proceder ao resgate, em todo o território nacional, do acervo do movimento escoteiro no Brasil desde os seus primórdios em 1910;

4 - Concentrar e cadastrar todo o material histórico vinculado ao Escotismo de modo a criar e conservar a memória do Movimento Escoteiro Brasileiro e Mundial;

5 – Promover exposições permanentes ou temporárias, e/ou itinerantes do acervo sobre Escotismo e de outras modalidades culturais;

6 – Incentivar a pesquisa sobre a história e a historiografia do Escotismo

Inicialmente o CCME não contava com um local para seu funcionamento, sendo abrigado na sede da Região Escoteira do Rio de Janeiro, onde foi realizada a primeira reunião de Diretoria em 5 de dezembro de 1985. Posteriormente, a partir de agosto de 1986, passou a funcionar em salas cedidas em comodato pela UERJ no prédio da rua Fonseca Telles, no bairro de São Cristóvão. Em 1992, o CCME, passou a ocupar temporariamente um local cedido pela Marinha do Brasil, em prédio que já estava destinado à nova sede da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro, próximo a Praça XV. O espaço era amplo e atendia plenamente às necessidades do Centro, entretanto, como era provisório, houve necessidade de mudanças de local até vir se instalar, em 2002, em área cedida pela Diretoria de Portos e Costa, Marinha do Brasil, à rua 1º de Março 112, Centro, no chamado corredor cultural do Rio de Janeiro. O Local é bem espaçoso e nele foi instalado o Museu Escoteiro; o Espaço Cultural do CCME, destinado a exposições e eventos; Biblioteca; Centro de Documentação e o Memorial Baden-Powell.

O Centro Cultural do Movimento Escoteiro promoveu a editoração dos informativos “Memória Escoteira” e “Escoteiro do Mar” bem como Fac-símile da primeira edição do Guia do Escoteiro, de autoria do Velho Lobo (Alte. Benjamin Sodré) e o Tomo I da História do Escotismo Brasileiro de autoria do almirante e antigo escoteiro Bernard David Blower. Outros projetos editoriais estão em andamento. Em seu Espaço Cultural, várias exposições foram feitas, dentre elas destacamos a de selos e de antigas estampas do sabonete Eucalol, com motivos escoteiros; as de fotografias “BP Imagens de uma vida extraordinária” e “Benjamin Sodré um exemplo de vida”; a de lenços e camisetas escoteiras e a comemorativa aos 85 anos do escotismo do mar.

A preservação da memória do escotismo, em particular a do Brasil, é uma constante em todos os membros de sua diretoria e de seus conselheiros, pois eles acreditam que INSTITUIÇÃO SEM MEMÓRIA É UMA INSTITUIÇÃO SEM VIDA.